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Lake Charles Variations (1990), por Wieslaw Rentowski

Lake Charles Variations foi encomendado pela Louisiana Music Teachers Association para a convenção estadual em Lake Charles - LA. Correntes finas de metal e um crotalo em Eb são usados juntamente com perfrormance tradicional. Escalas brilhantes são alternadas com oitavas estáticas, em uma enérgica combinação baseada em repetições e acentos irregulares, necessitando o uso de diversas técnicas de articulação.

 

Lake Charles Variations (1990), por Wieslaw Rentowski

Lake Charles Variations foi encomendado pela Louisiana Music Teachers Association para a convenção estadual em Lake Charles - LA. Correntes finas de metal e um crotalo em Eb são usados juntamente com perfrormance tradicional. Escalas brilhantes são alternadas com oitavas estáticas, em uma enérgica combinação baseada em repetições e acentos irregulares, necessitando o uso de diversas técnicas de articulação.

Nachklänge (Reverberations),
para piano com timbres adicionados (1967-74), por Ruth Schonthal

Nachklänge é sobre a perda devido à guerra, uma influência da perseguição da compositora pelo partido Nazista. Objetos são adicionados sobre as cordas do piano, criando "a impressão de algo quebrado que um dia foi belo, evocando a imagem de uma catedral bombardeada". Schonthal faz referência a um coral de Bach, além de canções marciais alemãs, usando uma métrica que simula a passagem orgânica do tempo.

 

Nachklänge (Reverberations), for piano with added timbres (1967-74), by Ruth Schonthal​

Nachklänge é sobre a perda devido à guerra, uma influência da perseguição da compositora pelo partido Nazista. Objetos são adicionados sobre as cordas do piano, criando "a impressão de algo quebrado que um dia foi belo, evocando a imagem de uma catedral bombardeada". Schonthal faz referência a um coral de Bach, além de canções marciais alemãs, usando uma métrica que simula a passagem orgânica do tempo.

Polyvalence I, para piano e eletroacústica interativa, (2017),
por Mikel Kuehn

Polyvalence I é uma peça baseada em improvisação, na qual o performer interage com os elemento eletroacústicos gerado pelo computador. A partitura consiste em gráficos detalhando a textura, atmosfera e conteúdo desejado. O resultado é um loop de interação entre eletrónicos e performer em uma atmosfera que muda constantemente.

 

Polyvalence I, for piano and interactive electroacoustics (2017), by Mikel Kuehn​

Polivalence I é uma peça baseada em improvisação, na qual o performer interage com os elemento eletroacústicos gerado pelo computador. A partitura consiste em gráficos detalhando a textura, atmosfera e conteúdo desejado. O resultado é um loop de interação entre eletrónicos e performer em uma atmosfera que muda constantemente.

The Perilous Night (1944) para piano preparado, por John Cage

John Cage escreveu The Perilous Night durante um período de tumultuo emocional devido à sua separação de sua esposa. A peça expressa "os perigos do amor erótico, a miséria de pessoas se separando e a solidão e terror que toma alguém quando o amor se torna infeliz". Objetos inseridos entre as cordas alteram os sons de acordo com os propósitos expressivos de Cage.

The Perilous Night (1944) para piano preparado, por John Cage

John Cage wrote The Perilous Night during a time of emotional turmoil due to his separation from his wife. It expresses “the dangers of erotic love, the misery of people separatind, and the lonliness and terror that comes to one when love becomes unhappy.” Objects inserted between the strings alter the sounds to suit Cage’s expressive purposes. 

afloat (2014), por Paulo Guicheney

Afloat  foi inspirado na poesia de Sylvia Plath entitulada "Two Views of a Cadaver Room" (Duas Dois Pontos de Vista de um Necrotério), de 1960. Plath descreve o amor profundo de um casal flamengo, encontrados no canto direito inferior do quadro "The Triumph of Death" (1562) de Pieter Bruegel. Perdidos no enlaçe amoroso, eles não pervebem que há um esqueleto tocando a vielle logo atrás.

afloat (2014), por Paulo Guicheney

Afloat foi inspirado na poesia de Sylvia Plath entitulada "Two Views of a Cadaver Room" (Duas Dois Pontos de Vista de um Necrotério), de 1960. Plath descreve o amor profundo de um casal flamengo, encontrados no canto direito inferior do quadro "The Triumph of Death" (1562) de Pieter Bruegel. The Triumph of Death Perdidos no enlaçe amoroso, eles não pervebem que há um esqueleto tocando a vielle logo atrás.

Nostalgic Visions (2009), por Elainie Lillios

Nostalgic Visions foi inspirado pela "Ballad of the Little Square", de Federico García-Lorca. Na peça de Lillios, há um diálogo entre a realidade (tocada no teclado) e a memória (tocada no interior do instrumento). Momentos de improvisação dão ao pianista a oportunidade de participar do processo composicional, fazendo de cada apresentação uma performance única e relevante.

Nostalgic Visions (2009), por Elainie Lillios

Nostalgic Visions foi inspirado pela "Ballad of the Little Square", de Federico García-Lorca. Na peça de Lillios, há um diálogo entre a realidade (tocada no teclado) e a memória (tocada no interior do instrumento). Momentos de improvisação dão ao pianista a oportunidade de participar do processo composicional, fazendo de cada apresentação uma performance única e relevante.

(2008), by Liduino Pitombeira

foi escrito inspirado na Poeira de Cantor, estrutura geométrica desenvolvida em 1883 pelo matemático alemão Georg Cantor. Uma linha é dividida em três partes iguais e estas novamente em três, sendo as partes centrais eliminadas. Essa estrutura está refletida nos valores rítmicos, nos intervalos entre notas e na estrutura das frases. 

(2008), by Liduino Pitombeira

 foi escrito inspirado na Poeira de Cantor, estrutura geométrica desenvolvida em 1883 pelo matemático alemão Georg Cantor. Uma linha é dividida em três partes iguais e estas novamente em três, sendo as partes centrais eliminadas. Essa estrutura está refletida nos valores rítmicos, nos intervalos entre notas e na estrutura das frases.